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segunda-feira, 15 de dezembro de 2025

Spoiler...

 https://www.facebook.com/share/r/1Ev6bvsePo/

Este é um assunto que inincialmente eu tinha descartado, mas, um email do professor Filipe Oliveira convenceu-me a trazê-lo para aqui...
Vou mostrar a minha abordagem ao assunto. Desconheço se já foi abordada desta forma em algum lado... mas sem pressas. 

Vou escrever num bloco de notas e depois copiar para aqui, para evitar chatices.

sábado, 13 de dezembro de 2025

Python, bom senso e calculadoras. (II)

Como pedir a variável A, inteira ao utilizador?
Casio Basic:TI Basic:Python
"A="?->A:Int A->APrompt A:Int A->Aa=int(input("a="))

Python é aquela em que se usam mais caracteres/tokens...

Eu há vários anos que tenho alguns problemas em que as calculadoras (gráficas, programáveis) sejam utilizadas exclusivamente para o ensino.
Eu sempre gostei das Casio, mas...tenho estado a consultar informações sobre a nova Casio fx-CG100 e... :/ se removeram o Basic e deixaram o Python, esta máquina leva um cartão vermelho meu.
 Passo a preferir a Numworks (...) !
Penso que Matemática não deve ser o lugar para se ensinar a programar nem impor uma linguagem de programação, deve-se usar, não impor, porque linguagens informáticas mudam muito por vários motivos, são modas (metafóricas).
As calculadoras, por mim, deviam ter liberdade de escolha na linguagem, várias à escolha, incluindo linguagens fora de moda mas com potencial, e actualizadas
 (Basic sem sequer poder definir funções está muito longe de ser actual ou sequer recomendável, mas tem os seus prós ).
É uma opinião minha, não é lei nem imposição.
Eu consigo converter o meu (longo) arquivo pessoal de 30 anos de Casio Basic para Python... (Vou acabar a fazê-lo para a minha Numworks).
 Posso falar dele...
No caso das Casio, é desmoralizante porque perdem algo que sempre tiveram: Retrocompatibilidade!
Perdendo isso, vão ter de trabalhar para me reconquistar (Até compreendo, não faço parte do público alvo deles )...
Casio Basic tem uma coisa fantástica: usa as próprias funções e variáveis da calculadora.
Tal como o bash ou qualquer shellscript em Linux usa tudo o que o Linux tem disponível. É dificil fazer melhor do que isto.
MicroPython usa... MicroPython.
Há uma certa miopia muito pouco saudável em ver Python à frente.
O problema não é o Python. É esta miopia...
Python tem os seus problemas, tal como todas as linguagens.
 Por agora, não me interessa falar daqueles específicos do Python. O maior problema está em impor Python em calculadoras (de todas as marcas), com teclado em ordem alfabética, por causa do tal "pensamento computacional". (!!!)

 Pensamento computacional não é mau, já devia ser ensinado há 30 anos... mas isso é assunto para outro post.

PS:
  • O vídeo que partilhei tem alguns erros... quem usa a CG20 ou a CG50 consegue confirmar.
  • O professor Manuel Marques (da iniciativa Casio +) está a partilhar alguns vídeos de curta duração, e melhores que muitos cursos "oficiais", com uma breve introdução ao micropython das calculadoras. Ele está a fazer aquilo num emulador de CG50 mas aquilo é 'igual' em calculadoras de outras marcas que usem Python, e até no Python que se usa em computadores. Recomendo. Ele tem tido comentários desactivados, mas como eu tenho alguns canais youtube, compreendo e suporto a decisão
      https://youtube.com/@manuelmarques4761.
     Obviamente ele não vai dar um curso de Python ali. Vejam aquilo como um tutorial de introdução, e não como algo específico para calculadoras Casio.

quarta-feira, 10 de dezembro de 2025

A quantificação da dor

 A quantificação rigorosa da dor é feita através de escalas validadas (numéricas, visuais ou multidimensionais) que permitem medir intensidade, qualidade e impacto da dor na vida do paciente.

Em Portugal, a dor é considerada o 5.º sinal vital, devendo ser avaliada e registada sistematicamente.

A dor como 5º Sinal Vital (DGS - Comissão nacional de controlo da dor)

Sofrendo eu de dores crónicas, o assunto passou a interessar-me. Não do ponto de vista neurológico, académico, mas de um ponto de vista... matemático, rigoroso.

A dor chega a ser incapacitante, ao ponto de, no meu caso, após tomar medicação, eu sincronizar o ponto em que a dor é mais fraca com a hora em que vou dormir, caso contrário, não durmo.

Não existe um “instrumento físico” que meça a dor como um termómetro mede a temperatura. A dor é subjectiva e multidimensional, mas há instrumentos clínicos validados que permitem quantificá-la de forma rigorosa e comparável, combinando escalas numéricas, visuais e questionários multidimensionais
(fonte: o site da dor)

A forma mais rigorosa de medir a dor hoje é através de instrumentos multidimensionais validados como o questionário de McGill ou Brief Pain Inventory (BPI), que combinam intensidade, qualidade e impacto funcional. Embora não sejam “objetivos” como um termómetro, são considerados cientificamente robustos e permitem monitorizar a dor de forma sistemática e comparável.
Não captam toda a complexidade da função “dor”, mas fornecem variáveis fiáveis para análise e acompanhamento clínico.

Há formas de converter estes questionários em dados numéricos para análise estatística.

Como paciente, confio nos profissionais que me acompanham.
Como matemático... não sou fã disto, sei que é o que há, no entanto sempre que a dor abusa, o assunto regressa à minha mente...
Imagens criadas com Microsoft Copilot.